Cercas que separam quintais


Resenha por Marília Arnaud

Comovente

Quem conhece a Maria de Henrique Magalhães, a personagem irreverente e perspicaz das tirinhas que começaram a circular nos anos oitenta, primeiro em jornais, e depois em fanzines, não irá se surpreender com o texto envolvente do livro CERCAS QUE SEPARAM QUINTAIS, contos-memórias de Henrique, que tive a alegria de ler recentemente.

As histórias, segundo Henrique, foram escritas para alegrar sua mãe, que se encontrava doente à época, e narram, com riqueza vocabular, a infância e adolescência de um garoto de classe média, em João Pessoa, e em Cruz do Espírito Santo, onde viviam tios de Henrique (a voluntariosa e destemida tia Dalvinha), onde ele passava férias.

Da primeira experiência sexual, à sua iniciação como artista de quadrinhos, assistimos às festas juninas, às reuniões familiares, aos Carnavais dos corsos e lanças-perfumes, ao golpe militar de 64, à frustração política do pai, tudo narrado de forma sensível, comovente da primeira à última página.

Parabéns,
Marília Arnaud
Facebook, 14/03/2020


Leia a edição digital: Cercas que separam quintais

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Marca de Fantasia
Março de 2020

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