Esta versão dos 4 números do fanzines “Homo Eternus” que lancei originalmente entre 1993-94, foi compilada, encadernada e lançada após as quatro edições terem sido divulgadas no “IQI - Informativo de Quadrinhos Independentes” pelo Edgard Guimarães, no mesmo período (em 1994, nos IQIs n. 6 ao 9). Ele, naquela época, também foi meu co-editor desta série (e na versão encadernada – veja-a nos IQIs em https://marcadefantasia.com/ego/qi/qi.html), bem como de muitos outros zines que eu lançava.
O leitor que quisesse adquirir um exemplar bastava escrever e pagar a ele, que demandaria a cópia pedida via fotocópia (a tradicional “Xerox”). A série trazia HQs poético-fantástico-filosóficas e ficou bastante conhecida naquela década, no fanzinato. Tanto que, tempos depois, Carlos Rodrigues, editor da Criativo me pediu para transformá-la em álbuns, e foi o que fizemos a partir de 2017, tendo ampliado um pouco o número de páginas de cada número (mas inserindo HQs da mesma época, não descaracterizando o projeto original).
Agora, finalmente, os leitores podem ter acesso à obra original, no site “Marca de Fantasia” com o editor Henrique Magalhães, na nossa parceria de manter uma linha com meus trabalhos artísticos. Espero que apreciem a obra encadernada, que traz uma capa específica a ela, conforme lançada originalmente!
Obs.:
- a numeração das pgs do compilado não está enumerada em sequência até 131 (embora acuse o índice), pois não restou a cópia que assim o era, o que leva à 2ª observação;
- Há alguns “ruídos” (manchas, riscos) em preto nesta versão, e como o escaneamento foi pelo software CamScanner, salvo diretamente em pdf, não houve como limpá-los. Porém, está perfeitamente visível/legível, e dá um “toque” de “xerocopiagem” como era feito na época;
- É possível fazer a leitura simulando o folhear de páginas pelo link ou QR-Code abaixo, porém, quem quiser uma visualização página a página ou baixar o zine gratuitamente em pdf, leia-o aqui mesmo no site Marca de Fantasia.
Link: https://heyzine.com/flip-book/78cee35b01.html ou


Páginas de Homo Eternus, por Gazy Andraus |
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