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A travessia do desejo não é um livro sobre lembranças. É um livro sobre o que permanece.
Entre cenas da infância, da juventude e da descoberta afetiva, o narrador percorre um caminho silencioso, onde o desejo se forma antes de ser nomeado e a identidade se revela menos como escolha do que como inevitabilidade.
A escrita é precisa, econômica, mas profundamente sensível. Cada texto age como um fragmento de espelho: não devolve respostas prontas, mas reflete inquietações que o leitor reconhece como suas.
Um livro para quem entende que crescer não é acumular certezas — é aprender a sustentar aquilo que nos atravessa. |