Más Humor
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Más Humor
Sergio Más
João Pessoa: Marca de Fantasia, 2004. 56p. 14x20cm.
ISBN 85-87018-34-5
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Sergio Alejandro Más nasceu em Córdoba, Argentina, em 1972. Desde cedo enveredou pelo humor, por meio de cartuns, charges e histórias em quadrinhos. Com 14 anos de idade expôs seus quadrinhos na 6ª Bienal Argentina del Humor y la Historieta, em Córdoba; em 1987 participou do 2º Salão de Humor e Historietas de Santa Fé, também na Argentina.
Em seu país, publicou em diversos jornais, revistas e livros, a exemplo d as revistas Hortensia Nueva Generación, Hola Tio, Umbrales, Aqui Vivimos, La Luciernaga, Papeles de Córdoba. No Brasil, ele começa a ser descoberto pelos leitores, que o acompanham nas publicações independentes. São justamente os fanzines que têm promovido um promissor intercâmbio entre os cartunistas dos dois países, com destaque para PQP, de Belém e Top! Top!, de João Pessoa. Sergio tem também uma importante inserção nas revistas Tmeo e El Batracio Amarillo, da Espanha.
Além de ter participado e sido agraciado com menções honrosas e premiações em vários salões de humor em todo o mundo - Primeiro Concurso Internacional de Humor Político em Cuba, 1993; Terceiro lugar na categoria Tira no I Salão de Humor do Mercosul (1997, Santa Maria, RS), Menção Honrosa na I Mostra Maranhense de Humor, no Segundo Salão Nacional sobre a Fiscalização de Gastos Públicos (Brasília, 2000), em Taejon, Coréia, em 1997 e 1998; participação no Salão de Piracicaba, Imprensa (Brasil), Knokke-Heinst, Casino Beringen (Bélgica), Saint-Just-Le-Martel (França), Iugoslávia, Croácia, Taiwan, Itália, Alemanha - publicou o livro de cartuns Futbol de Más, em 1998, a revista de quadrinhos El Rocha, em 2001 e participou do livro 2001 - Odisséia de Humor, com 20 cartunistas brasileiros.
A obra de Sergio Más expressa uma sutileza e senso crítico que não cede às fórmulas fáceis do humor panfletário. Seja no cartum, na charge ou nas histórias em quadrinhos, Sergio busca exatamente a dimensão humana em seus desenhos e situações, gerando uma cumplicidade silenciosa com o leitor.
O trabalho de Sergio percorre o mesmo caminho dos grandes mestres, dos quais ele se diz admirador, como o argentino Broccoli, o francês Sempé e o romeno Steimberg. E ainda Reiser, Lauzier, Angeli e Laerte, Daniel Clowes, Colin, Breccia, Hugo Prat, Moebius, Shimamoto e tantos outros artistas de humor gráfico e HQ de aventuras que de algum modo lhe deram elementos para a construção de seu estilo peculiar.
H. Magalhães |